The power of a good idea!

If you know me well, you probably already heard me speaking super passionately about Jonah Wittkamper who is a legend in the international youth movement and is without any question of the people who most influenced me in what I do today.

He started with the Global Youth Action Network, who most of you may know, and he have inspired and empowered a bunch of us youth leaders out there right now, who are changing the world acting in different fronts, movements, causes.

And not satisfied about all the incredible impact he already had in the world, for 10 years he has been working to make his big idea come true and alive. And I’m currently in NYC, having the incredible privilege of being part of this dream coming true.

I’m currently at  The Nexus: Global Youth Summit on Innovative Philanthropy and Social Entrepreneurship, and I need to say it’s being one of the most rewarding experiences for me. A bunch of incredible people from completely different worlds, getting together to seek ways we can truly related in deeper levels, trying to collaborate in more meaningful and innovative ways.

I highly recommend you to check out the website of the event: http://nexusyouthsummit.com/ And to try to catch up a bit of this incredible atmosphere through twitter following the hashtag:  #nexussummit

 

I am very excited also that after lunch I will be joining Adam Braun (from Pencils of Promise), Sophia Bush (Actress and Philanthropist) and Yael Cohen (from Fuck Cancer) on a panel to discuss Youth Movements: Transformational Change.

I’m looking forward to the incredible things that will come out of this blast!

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Phoenix Dust Storms! / Tempestade de Areia!

[EN] As crazy and scary this might look for a Brazilian guy like me, Dust Storms are apparently something quite common people in Phoenix are used to. This particular one, that just happened on July 5th, 2011 was a bit special though.

The sandstorm was driven by 60-milen-an-hour (which is about 94Km/hr) for about 150 miles (more than 240 km!!!) before it started to dissipate, and it got to 100 miles (160km) wide and one mile high (imagine more a wall more than 1.6km high coming directly towards you!!!!).

As scary as it might seem, some people are crazy enough to stand on top of a hill and record the entire thing! Check the video made by Blaine Coury (http://www.krazywake.com/)

Also, some funny after shooting moments!

And here him probably regretting the idea of documenting the SandStorm

More info: http://www.nytimes.com/2011/07/07/us/07dust.html?hp or simply google it!

[PT] Por mais louco e assustador isso possa parecer para um brasileiro como eu, tempestades de poeira são, aparentemente, algo muito comum que as pessoas  em Phoenix estão habituados. Só que esse em especial, que aconteceu dia 05 julho de 2011, foi um pouco especial.

A tempestade de areia foi impulsionada por ventos de ate 94Km por hora e percorreu cerca de 240 km antes de começar a se dissipar. As nuvens de area chegaram a ter 160 Km de largura e 1,6km de altura!!!! (Imagina uma parede mais de 1km vindo na pilha diretamente para você !!!!).

Por mais assustador que possa parecer, algumas pessoas são loucas o suficiente para ficar no topo de uma colina e gravar toda a coisa! Confira o vídeo feito por Blaine Coury (http://www.krazywake.com/)

Também vídeos engraçados do pós-filmagem! E ele, provavelmente lamentando a idéia de documentar a tempestade de areia

Realmente temos sorte de estar em um país abençoado como o Brasil!

Link Loving!

[EN]

– Technology is a great tool – but it is people that will change politics http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2011/jun/26/politics-change-new-technology

– Designing Is About The Decisions You Make Every Day http://www.fastcodesign.com/1664085/designing-is-about-the-decisions-you-make-every-day?partner=co_newsletter

– How to start a movement? http://changeobserver.designobserver.com/feature/how-to-start-a-movement/27528/

– Dotspotting to make city data more legible http://flowingdata.com/2011/06/27/dotspotting-to-make-city-data-more-legible/

[PT]

– Quem é o consumidor 2.0? http://amomarketing.com.br/2011/06/consumidor-2-0-por-plannerfelipe/

– Matéria sobre o João Felipe Scarpelini publicada no dia 03/07/2011 no jornal ATRIBUNA, texto Bruno Guedes http://issuu.com/joaofelipescarpelini/docs/03-07-11_joao_felipe_atribuna

Be or not to be Online (in your mobile!)

More and more we are getting mobile.. that’s a fact!

But it seems, that this is not a temporary trend. Neo Labels and Mitsueventure made an incredible research about the Digital Life: Today and Tomorow.

Some of the keys facts and conclusions to know the future of the Internet in 2015.

1- It takes 100 years to have 1 billion fixed lines & only 20 years to reach 5 billion mobile subscriptions.

2- More consumers will access the Internet by mobile devices than by desktop or laptop by 2014.

3- 2015 forecast of annual global mobile data traffic (75 exabytes) is equal to 19.000 million DVDs.

4- Mobile-only Internet population will grow 56-fold up to 788 million by the end of 2015.

5- In 2015 mobile devices will exceed the home PC base installed.

6- 500 million mobile using mobile health Apps in 2015.

7- The TV experience will be more personal and social but less familiar.

8- Traffic generated by 20 homes will be greater than the total world traffic of Internet in 1995.

9- News services in the cloud: “Your Desktop Whenever You Want”.

10- By 2012, it is expected that 500 million people worldwide use their mobiles as metro and bus tickets.

11- It is expected that in 2015 it will exist 2,5 Internet connected devices per inhabitants worldwide.

You can find more facts & conclusions at  http://digitallife.neolabels.com

Research & Script: Inés Leopoldo | http://www.mitsueventure.com
Visual Thinking, Art, Production & Development: Neo Labels Company| http://neolabels.com

 

Sobre a matéria no Fantástico!

Galera, valeu por todas as mensagens!

Tomei um susto, estava dormindo no busão voltando de viagem  e do nada meu celular começou a bombar com mensagens falando do fantástico.  Justamente o dia q eu tava fora a matéria saiu. Mas já consegui ver na internet!
A matéria ficou bem legal.

Para quem não viu:

Só que acabou rolando uma falha de narração e edição que acho que precisa ser esclarecida!!!

Como todos já devem saber, o tal jogo que  eles falaram na matéria é o Oasis, que na verdade foi criado por um grupo de jovens arquitetos de Santos já há uns 15 anos atrás, esse grupo hoje se chama Instituto Elos (www.institutoelosbr.org.br) e eles fazem trabalhos fenomenais, incluindo a facilitação de vários Oasis pelo Brasil e pelo Mundo.(http://oasismundi.ning.com/)

Eu sou um mega fã da metodologia, e por isso mesmo, no começo deste ano participei do programa dos Guerreiros Sem Armas (http://www.guerreirossemarmas.net/), também idealizado pelo Instituto Elos, onde desenvolvemos (eu e outros 20 guerreiros) o trabalho junto com a galera da comunidade Tiro Naval em Santos, que apareceu rapidinho na matéria.

As imagens do site no computador, e as falas sobre o Oasis, na verdade são a respeito de um dos meus projetos recentes, o Oasis KASWESHA, que recentemente organizamos (Eu e a Jane) na comunidade Kariobangi South, na periferia de Nairóbi no Quênia juntamente com um grupo de jovens da comunidade. (www.oasiskaswesha.blogspot.com).

Claro que depois de tantas horas de gravação, em casa e na comunidade fica difícil cortar e encaixar em um espaço tão curto de tempo. Mas também acho importante garantir os devidos créditos pra quem também merece ter seus trabalhos reconhecidos!

Também é claro, convido a todos para se deliciarem com a pesquisa “O Sonho Brasileiro” (www.osonhobrasileiro.com.br) que é a real estrela da matéria, acabou de ir pro ar.. o site está incrivel e você pode acessar todo o conteúdo dessa pesquisa feita pela BOX1824 que com certeza vai mudar a maneira que entendemos os jovens no Brasil!

Vai melhorar!

Vale a pena conferir o trabalho incrível do Andre Matarazzo e do Gustavo Ferri no curta “Não gosto dos meninos”

O curta foi feito inspirado no movimento “It Gets Better” iniciado nos Estados Unidos depois de uma assustadora sequência de suicidios entre adolescentes que sofriam bullying por serem gays, lésbicas, bissexuais ou transgêneros.

E claro, todas as histórias do curta são reais… pessoas de carne e osso, como eu e você… pessoas com seus sonhos, suas famílias, seus empregos e sua vida…  como deveria ser.

Sim, deveria.. mas para algumas pessoas infelizmente não é!

Estamos em 2011, e ainda hoje vivemos em um mundo onde 76 países ainda considera o amor um crime! E mesmo em países menos extremistas, ser da comunidade GLBTT pode custar as pessoas suas casas, seus empregos, suas famílias e infelizmente muitas vezes suas próprias vidas.

E não faltam histórias para ilustrar essa triste realidade!

E apesar de ser um tema ainda tratado como tabu, finalmente está virando política pública aqui no Brasil! O que eu acredito ser um importante passo para a democracia e a cidadania no nosso país.

Reconhecer a união homoafetiva ja foi um grande passo, mas agora vem o principal desafio! Garantir que os direitos da comunidade GLBTT sejam vividos plenamente no dia a dia de nosso país. E pra isso acontecer, precisamos de educação!

Em meio a tanta confusão sobre o tal do “Kit Anti-Homofobia”, que foi vetado pela presidenta Dilma (cedendo a pressão da bancada evangélica no Congresso Nacional, mesmo sem ter ao menos analisado o conteúdo do kit pessoalmente!)… acho que acabamos nos perdendo na discussão!

A mídia esta repleta de artigos, vídeos, acusações… tem lado dizendo que os gays estão querendo “converter” nossas crianças… o outro lado denunciando a homofobia… muitas informações desencontradas, várias versões diferentes do tal conteúdo do kit.

E em meio a tudo isso, esquecemos que o único objetivo – acho que para TODOS nos cidadãos brasileiros – é garantir que todo mundo possa viver bem e ser feliz… vivendo uma vida repleta de amor, respeito, livre de ódio, discriminação e abusos de qualquer natureza.

Realmente uma pena que o tal “Kit Gay” tenha sofrido tanta resistência e oposição… talvez um curta como o “Não gosto dos meninos” possa servir pra lembrar as pessoas, que falar de direitos gays é falar de pessoas reais, de carne e osso, com sonhos, familias, empregos… como eu e como você!

YOUPIX Festival

Eh Hoje!

E eu tambem estarei por la!

Auditorio: 20:32 – 21:30 > MÍDIAS SOCIAIS, AGENTES TRANSFORMADORES? (debate) 

Com os protestos que tomaram as ruas e as redes do Irã, Egito, Líbia e outros países árabes, entrou em pauta a discussão sobre a força das mídias sociais nos processos revolucionários e, no Brasil, a aparente alienação do jovem diante do contexto político e social Afinal, a revolução de sofá existe ou não? Qual é o verdadeiro papel das redes nos processos revolucionários e quais são eles? Com mediação de Carol Moreno (jornalista) e opinião de Tiago Doria (jornalista e pesquisador de mídia), Raphael Tsavkko (ciberativista e membro do Global Voices), Rene Silva(Voz da Comunidade) e João Felipe Scarpelini (consultor da UNICEF).

Mais informacoes no http://youpix.com.br/festival/

Papo de Homem!

Essa materia foi publicada no site: Papo de Homem! por Gustavo Gitti em 06/02/2011

Lembro bem de quando finalmente percebi que outros seres existem, vivem, sofrem, morrem. Tinha acabado de ver Uma Lição de Coragem, com Denzel Washington, um filme desses verídicos sobre violência escolar e um professor fodão que aparece para salvar o mundo. Atortoado depois da cena final, fui para a janela da sala olhar o céu e pensar em todos que naquele momento estavam confusos, insatisfeitos, tristes. Por longos instantes tive a motivação de dedicar a minha vida aos outros, mas no dia seguinte lá estava eu seguindo com visão estreita de novo, como qualquer moleque de 17 anos.

Qualquer, não. Nem todo moleque é assim. Muitos conseguem abrir os olhos e realmente sustentar essa visão bem antes. João Felipe Scarpelini é um desses caras.

Hoje, com 24 anos, ele é consultor em questões de juventude da ONU-HABITAT (Organização das Nações Unidas para Assentamentos Humanos) e trabalha com a UNICEF na Zâmbia, pelo programa de embaixadores climáticos, para capacitar adolescentes de 13 a 17 anos a desenvolver seus próprios projetos. No entanto, sua posição atual não é nada perto das histórias que já ajudou a construir.

João Felipe foi um dos palestrantes do TEDx Amazônia, ao lado de Lama Padma Samten, fundador do CEBB. Aproveitando esse encontro, convidamos Scarpelini para um bate-papo no CEBB SP.

Foi uma hora e meia de muitas histórias. Uma aula sobre empreendedorismo social, trabalho com sentido, dinâmica de ONGs, poder dos jovens, compaixão e todas essas coisas essenciais que não tem nome.

Para a materia na integra, veja: http://papodehomem.com.br/ja-pensou-em-morar-na-africa-para-ajudar-um-grupo-de-criancas-incriveis/ onde vc tambem pode encontrar na integra todos os videos do bate papo no CEBB SP.

Sorria!!!

Essa materia foi publicada na Revista Sorria, edicao 18.

http://www.revistasorria.com.br/site/edicao/forca-jovem.php

Força jovem

Aos 13 anos, João Felipe ouviu que era muito novo para mudar o mundo. Decidiu dedicar a vida a provar o contrário, despertando a capacidade de transformação em jovens de todo o planeta
Texto: Amanda Rahra // Foto: Marcelo Trad

Quando a escola em que João Felipe estudava, em Santos (SP), organizou uma campanha para arrecadar brinquedos para uma casa de apoio a crianças com aids, ele foi o aluno que mais se animou. Mas, no grande dia da entrega, que frustração: “Ficamos só 20 minutos e não podíamos brincar com os internos. Eu me senti numa espécie de zoológico. Depois, a vida seguiu como se nada tivesse acontecido”, diz.

Desde então, ele passou a questionar as estranhezas do mundo. Por que as pessoas fecham o vidro no semáforo? Por que tantos passam fome? Quando pedia explicações, ouvia que era muito novo para entender e, mais ainda, para mudar a realidade.

Dois anos depois, aos 13, ele mandou um e-mail a uma centena de organizações não governamentais, pedindo ajuda para mudar o mundo. Ninguém o levou a sério. Já que os adultos não ajudariam, procurou jovens que faziam trabalhos inspiradores e os convidou a contar suas experiências a sua turma no colégio. O projeto se expandiu pelas escolas da região. E João Felipe descobriu sua vocação: articular pessoas, apostando no poder de transformação dos mais novos. Hoje, aos 24 anos, é consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Unicef. E leva a jovens do mundo inteiro a mensagem que sempre quis ouvir: “Você é, sim, capaz de mudar o mundo”.

Como é seu trabalho?
João – Sou um articulador da juventude, um freelancer do mundo. Meu papel é motivar e conectar as pessoas para que transformem o local onde vivem. Eu chego a uma comunidade, sento-me com os jovens e juntos identificamos o sonho deles. Conto histórias que os inspirem e pensamos em parceiros que possam ajudar. Depois, as pessoas seguem por si. Elas próprias se responsabilizam por melhorar sua qualidade de vida.

Conte um exemplo de sonho que você ajudou a realizar…
João – A história da Djamila é uma boa. Ela é de uma comunidade do Níger, na África, onde ser mulher já é um problema. Aos 21 anos, ela entrou em contato com a Peace Child International, a organização em que eu trabalhava até 2009, para comprar uma máquina de costura. Achei consumista, mas fui surpreendido. Mobilizamos estudantes da Inglaterra para que eles arrecadassem fundos, e ela conseguiu o equipamento. Então, passou a  ensinar outras mulheres a costurar, e elas montaram uma cooperativa, que, hoje, dois anos depois, emprega 46 pessoas. Além disso, o local virou um centro em que as mulheres discutem questões como hábitos de higiene, violência, relacionamentos e sexualidade.

Como é sua trajetória profissional?
João – Terminei o colegial e fiquei dois anos trabalhando em projetos sociais. Então, entrei na faculdade de relações internacionais, mas o curso não tinha muito a ver comigo, era muito teórico. Logo no primeiro semestre, aos 19 anos, larguei tudo no Brasil e fui trabalhar na organização Peace Child International, na Inglaterra, que atua para dar poder aos jovens a fim de que eles liderem projetos em sua comunidade. Em oito anos, participei de iniciativas em mais de 40 países. Hoje, trabalho para a ONU, ajudando a melhorar suas estratégias de mobilização de jovens. E, desde 2010, também sou consultor do Unicef. No momento, moro na Zâmbia, na África, implantando um programa que ajuda jovens a combater localmente os efeitos das mudanças climáticas.

Como você vê a juventude de hoje?
João – Muita gente diz que os jovens de hoje não querem nada com nada. Não é verdade. Estamos fazendo uma revolução silenciosa, usando as tecnologias disponíveis, como celular, computador e redes sociais. Elas permitem que a gente se conecte, saiba o que está acontecendo no âmbito global e assim mude nossa realidade local a partir de milhares de referências do mundo.

Como isso funciona na prática?
João – Há pouco tempo, eu passei 15 dias em uma ilha na Grécia para fazer um projeto de reciclagem. Postei no Facebook: “Galera, estou em tal cidade, com tal problema. Alguém tem ideia de como solucionar?”. Em meia hora, gente do mundo inteiro começou a mandar sugestões e contatos de pessoas que poderiam ajudar localmente. Em uma semana, nós conseguimos montar um projeto, envolvendo a comunidade local e usando conhecimento de pessoas de fora que nem me conheciam, mas que se interessaram pelo assunto.

Qual é o desejo da juventude hoje?
João – Uma coisa que une esta geração é a vontade de construir um mundo melhor. Os jovens querem mostrar que não são um grupo à parte. Eles querem ser parceiros dos processos. Até porque metade da população mundial tem menos de 25 anos. Por isso, é importante que todos trabalhem juntos.

E os adultos estão preparados para trabalhar com os jovens?
João – Muitas vezes, o jovem não tem ideia de como colaborar, e os adultos também não sabem como ajudar. Então, as tentativas acabam sendo traumáticas. Os jovens precisam conquistar confiança em si, e os mais velhos devem aprender a botar fé nessa geração. Até porque, hoje em dia, há muitos profissionais super-respeitados que são bem jovens.

Seu trabalho é ajudar a realizar sonhos. Qual é a importância de sonhar?
João – A gente vive num tempo tão louco, em que temos de trabalhar, estudar, fazer uma série de coisas, que acabamos perdendo a habilidade de sonhar e de entender que podemos fazer do sonho nossa própria vida. Eu acredito que seja por meio do sonho que percebemos que somos indivíduos únicos, com as próprias necessidades pessoais e coletivas – e é isso que move o mundo para a frente.